ROSAS - DOENÇAS FÚNGICAS : Auxiliar de controle por ocorrência de míldeo, oídeo, mancha negra, 30ml.

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Nosódio mildio/oidio/mancha negra + hanemanianos/alcool de cereais e água, validade 2 anos.

Modo de usar: 20 gotas em um litro de água, pulverizar folhas caule e solo na projeção da raiz  uma vez por semana enquanto tiver sintomas. Reaplicar novamente quando aparecer sinais de infestação.

PRODUTO 100% NATURAL, nao ofecere riscos a humanos ou animais. HOMEOPÁTICO.

Míldio

(Peronospora sparsa)

Culturas Afetadas: Calandiva, Gérbera, Kalanchoe, Orquídea, Rosa, Violeta

Peronospora sparsa é o agente causal do míldio da roseira e afeta principalmente as folhas. Quando as condições ambientais são favoráveis ao desenvolvimento do fungo, todas as folhas morrem e se soltam da planta. É uma das mais importantes doenças que ocorrem nos roseirais e está disseminada nas principais regiões onde se cultiva a planta, sendo que os danos são maiores nas áreas de baixadas, com neblina intensa.

Danos: A doença inicia no centro da planta e posteriormente progride para o ápice, atingindo as extremidades dos ramos, pecíolos e brotos. Na face superior da folha nota-se a formação de manchas irregulares de coloração pardacenta a violácea. Na face inferior da folha, região correspondente às lesões da face superior, formam-se as estruturas de frutificação do fungo, apresentando coloração branco-acinzentado. Com o desenvolvimento da doença, as manchas recobrem toda a superfície da folha, que, posteriormente, ficam enroladas, secam e caem. Quando a infestação é severa, geralmente ocorre desfolha. O fungo também afeta os botões florais, sendo denominada de "louquinha" pelos produtores. Além de  manchas avermelhadas nos cálices e botões florais, observa-se também a paralisação do desenvolvimento.

 

 

Oídio

Oídio da roseira, branco da roseira (Sphaerotheca pannosa)

Culturas Afetadas: Alstroemeria, Begônia, Crisântemo , Gérbera, Rosa, Violeta

Anamorfo: Oidium leucoconium

O oídio da roseira, causado pelo fungo Sphaerotheca pannosa, é uma doença de grande importância por dispersar-se rapidamente e causar desfolhamento, comprometendo a produção de flores.

Danos: Sob ataques severos, há encarquilhamento e queda de folhas, sendo este o principal problema causado pelo fungo. Pode haver morte dos ápices dos ramos, o que impede o aparecimento de novas brotações ou dá origem a brotos subdesenvolvidos. Botões florais infectados não abrem. Essas características de desfolha, morte de ramos e não produção de flor resultam numa queda acentuada da produção, provocando grandes prejuízos. Dias quentes e ensolarados e noites claras e frias são ideais para a proliferação do patógeno. A presença de água livre na superfície das folhas inibe o desenvolvimento do fungo, impedindo o desenvolvimento da doença. 

Mancha negra

(Diplocarpon rosae)

Culturas Afetadas: Cravo, Flores, Gladíolo, Plantas ornamentais, Rosa

Anamorfo: Marssonina rosae
Sinônimo: Asteronema rosae Actinonema rosae

 

Inicialmente, a doença manifesta-se na forma de pequenas manchas descoloridas na página superior das folhas. Estas vão escurecendo e aumentando de tamanho até alcançarem diâmetro de cerca de 10 mm, com a característica singular de apresentarem bordos franjados. A coalescência das manchas provoca um amarelecimento generalizado do limbo foliar, resultando em grande desfolha. Hastes também podem apresentar manchas semelhantes às das folhas, porém em menor intensidade. Ataques severos podem acarretar distorção de flores sendo, no entanto, dificilmente visualizada em condições de campo.

Danos: O patógeno é bastante específico e se aproxima de um parasita obrigatório. Em qualquer uma das fases de desenvolvimento do patógeno, a umidade relativa deve ser de pelo menos 80 a 90%. As folhas de roseira são mais suscetíveis quando novas, de 5 a 14 dias de idade. Para que ocorra a germinação, os conídios precisam de 100% de umidade por pelo menos cinco minutos. Para ocorrer a infecção, esse período de água livre no tecido deve continuar por mais de sete horas. A agente causador tolera uma grande variação de temperatura (15-27ºC), sendo que a temperatura ótima para a germinação dos conídios é em torno de 18ºC. O patógeno é sensível a altas temperaturas. Para o desenvolvimento da doença, a temperatura ótima está em torno de 24ºC.

A importância dessa doença tem diminuído significativamente devido ao aumento da área de cultivos protegidos, onde a utilização de sistemas de irrigação localizada e condições ambientais desfavoráveis não permitem o desenvolvimento do fungo.

Controle: A resistência à mancha negra é rara, especialmente nas variedades tetraplóides. Contudo, existem várias cultivares altamente resistentes, entre elas David Thompsom, Bebe Lune, Coronado, Erbest H. Morse, Fortyniner, Grand Opera, Lucy Cromphorn, Sphinx, Tiara, Carefree Beauty e Simplicity, porém a existência de diversas raças patogênicas do fungo é uma ameaça constante à quebra dessa resistência.

Deve-se evitar a permanência de uma lâmina de água sobre as folhas por mais de 7-12 horas, principalmente durante a noite. Retirar do campo e das estufas as folhas caídas e as hastes com sintomas e queimá-las ou enterrá-las. Evitar as plantações muito adensadas para facilitar a circulação do ar na folhagem.

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